Mulheres e desenvolvimento regional na América Latina

Aqui serão apresentados os resultados do Projeto Mulheres que pensam o desenvolvimento na América Latina: Contribuições presentes nas Antologias do Pensamento Social Latino-Americano e Caribenho publicadas pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais no período de 2015 a 2017. São mais de 60 mulheres que serão analisadas a partir do modelo de análise que relaciona gênero, desenvolvimento, região e pensamento social.

Modelo de análiseFigura: Modelo de análise – Conceitos e variáveis de análise
Fonte: Elaborado por Luciana Butzke.

Enquanto o projeto vai sendo executado, ilustramos esta página com a capa de um livro Libertarias: mujeres que dejan huella, de Mariana Baizán. O livro traz a história ignorada de mulheres que lutaram pela independência em vários países da América Latina.

Libertarias

Nas palavras de Mariana: “Este trabajo se popone darles rostros y cuerpos a esas luchadoras, libres, independientes. Rescatarlas del desconocimiento y silencio desde nuestra propia imaginación de mujeres del presente que necesitamos conocerlas con sus fortalezas, contradicciones, miedos, capacidades, como las verdaderas protagonistas ocultadas de nuestra historia. Es por nosotras y por las y los que vienen. Porque a la historia la reescribimos todos los días y porque las niñas, niños y jóvenes del futuro se merecen conocer nestra propia historia. Porque salvándolas en nuestra memoria, nos estamos salvando a nosotras mismas.” (Baizán, 2017, p. 3).

Conhecer a nossa história, das mulheres que contribuíram para escrevê-la, é fundamental para que nos posicionemos em relação ao que somos e fazemos. A reflexão sobre gênero, desenvolvimento, região e pensamento social se insere neste esforço.

As mulheres pensam o desenvolvimento regional? Sim, elas pensam! Cabe a nós, recuperar este pensamento, como parte da nossa história, que continua sendo escrita.

Referências

BAIZÁN, Mariana. Libertarias. Mujeres que dejan huella. Montevideo: Las Juanas Editoras; Editorial Chirimbote, 2017.