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Muito do que se produziu e se praticou em nome do desenvolvimento da América Latina e no Brasil tem orientação eurocêntrica, masculina, hetero-patriarcal e branca. A história das mulheres e a história que elas desenharam têm sido invisibilizada e homogeneizada nas narrativas existentes. Saber e divulgar o que elas pensam e fazem é a intenção desta página colaborativa que relaciona gênero, pensamento social, desenvolvimento e região.

“Para poder actuar sobre el mundo necesitamos pensarlo. Y esto requiere conocer y nombrar las cosas; crear categorias y relatos que permitan una ruptura con la hegemonia discursiva que impone un único mundo posible y una sola forma de leerlo. No queremos conocer en el sentido de ir descubriendo pequenos pedacitos acumulables de una realidade que está ahí fuera, inmutable. Queremos conocer desde la convicción de que a medida que nombramos la vida desde otros sítios, podemos ir construyendo otros mundos y otras formas de estar en ellos.” (Orozco, 2017, p. 29).

O coletivo que elaborou e atualiza esta página é composto por pessoas que estão vinculadas aos grupos de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade Regional de Blumenau:

  • Núcleo de Pesquisas em Desenvolvimento Regional.
  • Em construção.

 

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Sobre o logo do site: Consta no logo o título do site Mulheres que pensam o desenvolvimento e uma flor de jasmim. A flor de jasmim foi inspirada na letra da música Juana Azurduy de Félix Luna e Ariel Ramírez: “Que la revolución viene oliendo a jazmín“. A flor de jasmim representa na história a luta contra o domínio espanhol. Os exércitos de libertação, quando passavam nas ruas, eram recebidos pelas pessoas com flores de jasmim. Daí a vinculação das flores de jasmim com a luta revolucionária no geral e com a luta pelo reconhecimento das mulheres independentistas. Fazemos, assim, uma homenagem às mulheres latino-americanas pouco conhecidas ou anônimas, que lutaram e lutam diariamente contra a desigualdade, a pobreza e a violência intrínsecas ao colonialismo/capitalismo. Mulheres que pensam e fazem o desenvolvimento regional e vão muito além dele, trabalhando no que ele ainda não é, e deveria ser!

 

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